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Robô Monitorador de biomas: Tartaruga Marinha

Publicado em 2 de Junho de 2026 às 23:33

O nosso projeto consiste no desenvolvimento de um robô monitorador para ajudar na preservação das tartarugas marinhas. A ideia é que ele fique na faixa de areia da praia, acompanhando o ambiente sem atrapalhar o caminho natural dos filhotes até o mar.
O robô utilizaria componentes simples, como micro:bit, motores DC, ponte H e sensores. O micro:bit seria responsável por controlar o sistema, enquanto a ponte H controlaria os motores, permitindo que o robô se movimentasse, parasse e mudasse de direção.
Além disso, o robô teria sensores para medir a temperatura e umidade do ambiente e identificar a presença de lixo na areia. Com essas informações, seria possível analisar melhor as condições da praia e ajudar em ações de preservação ambiental.
Dessa forma, o projeto une tecnologia, robótica e sustentabilidade, mostrando como a engenharia pode contribuir para a proteção das tartarugas marinhas e dos biomas costeiros.

Materiais Necessários

  • 2 placas micro:bit
  • 1 Micro:bit Adapter para Protoboard
  • 1 Ponte H L298N
  • 2 motores DC com caixa de redução
  • 1 Sensor DHT-11
  • 1 Sensor ultrassônico HC-SR04
  • 1 Regulador de tensão LM7805
  • 1 Resistor
  • 1 Protoboard
  • 1 suporte de pilhas ou baterias para os motores
  • 2 suportes para pilha Aaa com conector Jst para micro:bit
  • Vários jumpers macho-macho e macho-fêmea

Ferramentas Necessárias

  • Chave de fenda
  • Alicate
  • Cola Super Bonder para madeira
  • Cola quente

Etapas

Construção do Robô

  • O chassi utilizado foi montado usando uma base circular de MDF (podem ser utilizados outros materiais) cortada no formato aproximado do casco da tartaruga. Essa peça será a estrutura principal do robô, onde todos os componentes eletrônicos serão fixados.
  • Defina os locais onde os motores serão posicionados na base. Antes de fixá-los, planeje também os suportes que irão segurá-los.
  • Construa os suportes dos motores (três caixas ou estruturas de apoio). Eles podem ser feitos com:
    • MDF cortado a laser;
    • peças impressas em 3D;
    • papelão rígido.
  • Fixe os suportes embaixo da base de MDF e depois prenda os motores neles. É importante garantir que os motores estejam bem alinhados e firmes.
  • Deixe espaços adequados entre as rodas e a base. Esse espaço é necessário para que as rodas girem livremente.
  • Adicione as peças de apoio, trava ou guia (utilizamos peças impressas em 3D). Essas peças ajudam a manter a estrutura mais firme e organizada. Elas podem ser:
    • coladas;
    • parafusadas;
    • encaixadas, dependendo do material utilizado.
  • Após a montagem, verifique:
    • se todas as peças estão bem fixadas;
    • se as rodas giram livremente;
    • se os motores estão alinhados;
    • se a base possui tamanho compatível com o casco externo da tartaruga.
  • Por fim, é importante verificar se todas as partes estão bem fixadas, se as rodas giram sem atrito com a base e se a base tem aproximadamente o mesmo tamanho do casco externo da tartaruga. Assim, quando o casco for colocado por cima, ele vai encaixar corretamente sem atrapalhar o movimento do robô.
     
    Por fim, é importante verificar se todas as partes estão bem fixadas, se as rodas giram sem atrito com a base e se a base tem aproximadamente o mesmo tamanho do casco externo da tartaruga. Assim, quando o casco for colocado por cima, ele vai encaixar corretamente sem atrapalhar o movimento do robô.
     

SolidWorks

  • A cabeça, as patas e o casco da tartaruga foram modelados no programa SolidWorks. Esse software permite criar modelos em 3D de acordo com a necessidade do projeto, possibilitando desenvolver peças com diferentes formatos e tamanhos. Nele, é possível fazer a modelagem que quiser, ajustando o desenho até chegar ao formato desejado para depois realizar a impressão 3D das peças.
     
    A cabeça, as patas e o casco da tartaruga foram modelados no programa SolidWorks. Esse software permite criar modelos em 3D de acordo com a necessidade do projeto, possibilitando desenvolver peças com diferentes formatos e tamanhos. Nele, é possível fazer a modelagem que quiser, ajustando o desenho até chegar ao formato desejado para depois realizar a impressão 3D das peças.
     

Personalização

  • A personalização da tartaruga foi feita com massinha de EVA, aplicada por cima das peças impressas em 3D. Esse material ajudou a modelar melhor o formato do casco, da cabeça e das nadadeiras, deixando a aparência mais detalhada. Depois da modelagem, a peça foi pintada com tinta, para dar um acabamento mais realista e deixar a tartaruga com um visual mais próximo de uma tartaruga marinha.
     
    A personalização da tartaruga foi feita com massinha de EVA, aplicada por cima das peças impressas em 3D. Esse material ajudou a modelar melhor o formato do casco, da cabeça e das nadadeiras, deixando a aparência mais detalhada. Depois da modelagem, a peça foi pintada com tinta, para dar um acabamento mais realista e deixar a tartaruga com um visual mais próximo de uma tartaruga marinha.
     

Montagem eletrônica

  • A ideia geral é:
    micro:bit = transmissor e receptor
    HC-SR04 = sensor de distância
    DHT-11 = sensor de temperatura e umidade
    resistor = proteção/adaptação de tensão
    LM7805 = regulador de tensão
    L298N = controle dos motores
    baterias = alimentação
  • Micro:bit:
    O micro:bit fica encaixado na protoboard por meio de uma placa expansora (Micro:bit Adapter). Ele é responsável por receber os sinais dos sensores e mandar comandos para a ponte H.
    Ele envia sinais digitais para o módulo L298N, dizendo se os motores devem girar para frente, para trás, parar ou virar.
  • Sensor ultrassônico HC-SR04:
    O sensor HC-SR04 mede distância usando som.
    Ele possui quatro pinos principais:
    • VCC: alimentação;
    • GND: terra;
    • TRIG: recebe um pulso do micro:bit;
    • ECHO: devolve um sinal para o micro:bit indicando o tempo que o som demorou para voltar.
    O micro:bit manda um sinal pelo pino TRIG. O sensor emite uma onda ultrassônica. Quando essa onda bate em um objeto e volta, o sensor manda um sinal pelo pino ECHO. O micro:bit usa esse tempo para calcular a distância.
  • Sensor DHT11:
    O DHT11 é um sensor usado para medir temperatura e umidade do ar.
    O DHT11 possui normalmente três pinos principais:
    • VCC: alimentação do sensor;
    • GND: terra/negativo;
    • DATA/SINAL: envia as informações para o micro:bit.
    A temperatura medida é dada em graus Celsius (°C).
    Já a umidade do ar é dada em porcentagem (%).
  • Por que existe um resistor no circuito?
    O sensor HC-SR04 normalmente trabalha com 5 V, e o sinal de saída do pino ECHO também pode chegar perto de 5 V. O problema é que os pinos do micro:bit trabalham com aproximadamente 3,3 V. Então, se você ligar o ECHO de 5 V direto no micro:bit, pode danificar a placa. Por isso, usa-se resistor para reduzir ou limitar a tensão/sinal que chega no micro:bit.
  • Regulador de tensão LM7805:
    O LM7805 é um regulador de tensão. A função dele é transformar uma tensão maior e variável em uma saída estável de 5 V.
    Ele está ali porque alguns componentes do circuito precisam de 5 V para funcionar corretamente.
    Sem o regulador, a tensão da bateria poderia variar e causar mau funcionamento no sensor ou na ponte H.
    Mas atenção: o LM7805 precisa receber uma tensão maior que 5 V para conseguir regular. Normalmente ele precisa de algo em torno de 7 V ou mais na entrada para entregar 5 V estáveis.
  • Ponte H L298N:
    A placa vermelha é a ponte H L298N. Ela serve para controlar os motores DC.
    O micro:bit sozinho não consegue alimentar motores diretamente, porque os motores puxam mais corrente do que os pinos do micro:bit suportam. Por isso usamos a ponte H.
    Os motores estão conectados nas saídas da ponte H: um motor em OUT1 e OUT2 e outro motor em OUT3 e OUT4.
    Os fios de controle vindos do micro:bit entram nos pinos: IN1, IN2, IN3 e IN4
    Dependendo da combinação dos sinais, os motores giram em sentidos diferentes.

    Exemplo simplificado:
    IN1 IN2 Motor
    1 0 gira para um lado
    0 1 gira para o outro lado
    0 0 parado
  • OBS.: para o funcionamento conectar um dos suportes para pilha AAA com conector JST no micro:bit do robô e o outro no micro:bit do controle.
     
    OBS.: para o funcionamento conectar um dos suportes para pilha AAA com conector JST no micro:bit do robô e o outro no micro:bit do controle.
     

Programação do robô

  • O micro:bit controlador do robô

    No iniciar:
    • O sensor ultrassônico é configurado: TRIG no P15 e ECHO no P16.
    • São definidos os pinos da ponte H:
    o IN1 no P13, IN2 no P14, IN3 no P1 e IN4 no P2: controlam o sentido dos motores.
    o ENA no P3 e ENB no P4: controlam a velocidade dos motores (definida com o valor 500).
    • O rádio é configurado no grupo 11, isso permite que o micro:bit do robô receba comandos de outro micro:bit.
    • O sensor DHT11 é configurado no pino P8.
    • Também existe uma função para detectar objetos a até 20 cm. Quando um objeto é detectado: o micro:bit toca um som, envia o número da contagem pelo rádio e aumenta a contagem em 1.

    Sempre:
    • Primeiro, o micro:bit lê a temperatura do sensor DHT11. O valor da temperatura é guardado na variável temperatura.
    • Depois, o micro:bit lê a umidade do sensor DHT11. A umidade registrada é guardada na variável umidade.
    • Depois, o sensor ultrassônico verifica se existe algum objeto próximo.
    • Se a distância for menor que 25 cm: a variável flag recebe o valor 1, isso indica que existe um obstáculo perto do robô.
    • Depois de um pequeno tempo, a variável flag volta para 0.
    • Também existe uma verificação da temperatura: se a temperatura for maior que 35 °C, o micro:bit irá fazer um som 4 vezes de alerta.
    • E uma verificação da umidade: se a umidade estiver menor do que 50%, o micro:bit irá fazer um som 4 vezes de alerta.

    Ao receber rádio:
    • O outro micro:bit funciona como transmissor.
    • O micro:bit do robô funciona como receptor.
    - Se o número recebido for 0: o robô para.
    - Se o número recebido for 1: o robô gira para um lado.
    - Se o número recebido for 2: o robô gira para o outro lado.
    - Se o número recebido for 3: o robô anda para frente.
    - Se o número recebido for 4: o robô anda para trás.
    • Esses comandos só funcionam se a variável flag estiver em 0. Isso significa que o robô só se movimenta se não tiver obstáculo muito próximo.

    Função ligar motor:
    • Essa função controla os dois motores do robô.
    • Ela recebe dois valores: velocidade do motor esquerdo e velocidade do motor direito.
    • Exemplo de como funciona o motor:
    IN1 IN2 Motor
    1 0 gira para um lado
    0 1 gira para o outro lado
    0 0 parado

    • Os pinos IN1 e IN2 controlam um motor.
    • Os pinos IN3 e IN4 controlam o outro motor.
    • Os pinos ENA e ENB controlam a intensidade da velocidade dos motores.
     
    O micro:bit controlador do robô

No iniciar:
•	O sensor ultrassônico é configurado: TRIG no P15 e ECHO no P16.
•	São definidos os pinos da ponte H:
o	IN1 no P13, IN2 no P14, IN3 no P1 e IN4 no P2: controlam o sentido dos motores.
o	ENA no P3 e ENB no P4: controlam a velocidade dos motores (definida com o valor 500).
•	O rádio é configurado no grupo 11, isso permite que o micro:bit do robô receba comandos de outro micro:bit.
•	O sensor DHT11 é configurado no pino P8.
•	Também existe uma função para detectar objetos a até 20 cm. Quando um objeto é detectado: o micro:bit toca um som, envia o número da contagem pelo rádio e aumenta a contagem em 1.

Sempre:
•	Primeiro, o micro:bit lê a temperatura do sensor DHT11. O valor da temperatura é guardado na variável temperatura.
•	Depois, o micro:bit lê a umidade do sensor DHT11. A  umidade registrada é guardada na variável umidade.
•	Depois, o sensor ultrassônico verifica se existe algum objeto próximo.
•	Se a distância for menor que 25 cm: a variável flag recebe o valor 1, isso indica que existe um obstáculo perto do robô.
•	Depois de um pequeno tempo, a variável flag volta para 0.
•	Também existe uma verificação da temperatura: se a temperatura for maior que 35 °C, o micro:bit irá fazer um som 4 vezes de alerta.
•	E uma verificação da umidade: se a umidade estiver menor do que 50%, o micro:bit irá fazer um som 4 vezes de alerta.

Ao receber rádio:
•	O outro micro:bit funciona como transmissor. 
•	O micro:bit do robô funciona como receptor.
- Se o número recebido for 0: o robô para.
- Se o número recebido for 1: o robô gira para um lado.
- Se o número recebido for 2: o robô gira para o outro lado.
- Se o número recebido for 3: o robô anda para frente.
- Se o número recebido for 4: o robô anda para trás.
•	Esses comandos só funcionam se a variável flag estiver em 0. Isso significa que o robô só se movimenta se não tiver obstáculo muito próximo.

Função ligar motor:
•	Essa função controla os dois motores do robô.
•	Ela recebe dois valores: velocidade do motor esquerdo e velocidade do motor direito.
•	Exemplo de como funciona o motor:
              IN1	IN2	Motor
               1	0	gira para um lado
               0	1	gira para o outro lado
               0	0	parado

•	Os pinos IN1 e IN2 controlam um motor.
•	Os pinos IN3 e IN4 controlam o outro motor.
•	Os pinos ENA e ENB controlam a intensidade da velocidade dos motores.
     
  • O micro:bit do controle:

    No iniciar:
    • A variável objs é definida como 0. Essa variável pode ser usada para contar objetos detectados pelo robô.
    • O grupo do rádio é definido como 11. Isso significa que esse micro:bit só vai se comunicar com outros micro:bits que também estejam no grupo 11.
    • O grupo de rádio funciona como um “canal” de comunicação.
    • Essa configuração é importante para que o controle e o robô consigam se comunicar sem fio.

    Ao receber rádio:
    • O valor recebido fica guardado na variável receivedNumber.
    • O bloco mostrar string receivedNumber faz o número recebido aparecer na tela de LEDs do micro:bit.
    • Depois, a variável teste recebe o valor de receivedNumber. Isso serve para guardar a informação recebida e permitir que ela seja usada em outras partes do programa.

    Sempre:
    • Ela verifica quais botões estão sendo pressionados.
    • Dependendo do botão apertado, o micro:bit envia um número pelo rádio para o robô.
    • Se o botão A for pressionado: o micro:bit envia o número 1 pelo rádio.
    • Se o botão B for pressionado: o micro:bit envia o número 2 pelo rádio.
    • Se os botões A + B forem pressionados: o micro:bit envia o número 3 pelo rádio.
    • Se o logotipo do micro:bit for pressionado: o micro:bit envia o número 4 pelo rádio.
    • Se nenhum botão estiver sendo pressionado: o micro:bit envia o número 0 pelo rádio. O número 0 normalmente é usado para indicar que o robô deve ficar parado.
    Essa é uma versão inicial simples do controle. Depois que o carrinho estiver funcionando, o programa pode ser melhorado para deixar a direção mais intuitiva e mais fácil de controlar.
     
    O micro:bit do controle:

No iniciar:
•	A variável objs é definida como 0. Essa variável pode ser usada para contar objetos detectados pelo robô.
•	O grupo do rádio é definido como 11. Isso significa que esse micro:bit só vai se comunicar com outros micro:bits que também estejam no grupo 11. 
•	O grupo de rádio funciona como um “canal” de comunicação.
•	Essa configuração é importante para que o controle e o robô consigam se comunicar sem fio.

Ao receber rádio:
•	O valor recebido fica guardado na variável receivedNumber.
•	O bloco mostrar string receivedNumber faz o número recebido aparecer na tela de LEDs do micro:bit.
•	Depois, a variável teste recebe o valor de receivedNumber. Isso serve para guardar a informação recebida e permitir que ela seja usada em outras partes do programa.

Sempre:
•	Ela verifica quais botões estão sendo pressionados.
•	Dependendo do botão apertado, o micro:bit envia um número pelo rádio para o robô.
•	Se o botão A for pressionado: o micro:bit envia o número 1 pelo rádio.
•	Se o botão B for pressionado: o micro:bit envia o número 2 pelo rádio.
•	Se os botões A + B forem pressionados: o micro:bit envia o número 3 pelo rádio.
•	Se o logotipo do micro:bit for pressionado: o micro:bit envia o número 4 pelo rádio.
•	Se nenhum botão estiver sendo pressionado: o micro:bit envia o número 0 pelo rádio. O número 0 normalmente é usado para indicar que o robô deve ficar parado.
Essa é uma versão inicial simples do controle. Depois que o carrinho estiver funcionando, o programa pode ser melhorado para deixar a direção mais intuitiva e mais fácil de controlar.
     

Testes e Melhorias Possíveis

  • Testes do projeto:

    Antes de prender tudo no chassi, deve-se testar o circuito:
    • Verificar se os dois micro:bits estão configurados no mesmo grupo de rádio, do controle e do robô.
    • Para confirmar a comunicação, teste se o micro:bit do robô está recebendo corretamente os sinais enviados pelo micro:bit do controle.
    • Para verificar se os motores estão respondendo corretamente aos comandos enviados conecte apenas um dos motores à ponte H e teste seu funcionamento utilizando os comandos do controle. Depois, desconecte o primeiro motor e realize o mesmo teste com o segundo motor.
    • Se o motor estiver girando para o lado contrário, terá que inverter os fios de um motor que estão conectados na ponte H ou ajustar a lógica dos pinos IN1, IN2, IN3 e IN4.
    • Verificar se os sensores colocados no circuito estão recebendo sinal conforme o esperado.
    • Antes de fixar definitivamente os componentes, verifique os fios e confirme que nenhuma conexão está frouxa ou em risco de se soltar durante o movimento.
    • Por fim, fixe todos os componentes no carrinho do robô.

    Observações importantes durante os testes:
    • Os dois motores estão girando?
    • Os motores giram no sentido esperado?
    • Os sensores estão funcionando?
    • Os fios estão bem conectados?
    • A alimentação do circuito está adequada para os motores e para os micro:bits?
  • Problemas comuns e como resolver:

    • O motor funciona sozinho, mesmo sem estar ligado diretamente a uma alimentação externa:
    Isso pode acontecer quando existe alguma ligação errada no circuito, fazendo com que a energia chegue ao motor por um caminho que não deveria. Provavelmente ele está recebendo alimentação indiretamente por outro ponto do circuito, como pelo VCC, pela ponte H, pelo micro:bit ou por algum fio conectado no lugar errado.
    Possível solução: Verificar todas as conexões de alimentação do circuito. O ideal é conferir se o pino que está recebendo energia está no local correto. Caso o VCC esteja ligado no ponto errado, ele pode alimentar o motor sem que o comando do micro:bit seja enviado. Nesse caso, deve-se trocar o fio de alimentação para o pino correto e garantir que o motor só funcione quando receber o comando programado.
    • O robô não se movimenta:
    Possível solução: conferir se as conexões na ponte H estão certas, verificar se a lógica dos pinos IN1, IN2, IN3 e IN4 está correta, verificar as pilhas e os motores.
    • Apenas um motor funciona:
    Possível solução: verificar se os fios estão conectados corretamente ou se há algum problema no código, testando cada motor individualmente.
    • O sensor ultrassônico não detecta os obstáculos corretamente:
    Possível solução: Analisar o código, verificar as conexões dos fios e os pinos TRIG e ECHO.
    • Pinos queimados:
    Possível solução: caso o pino não esteja funcionando, troque o pino utilizado e não esqueça de trocar no código também.
  • Melhorias possíveis:

    O robô pode receber diversas melhorias futuramente, tornando-o mais completo e funcional, por exemplo:
    • Desenvolver um casco mais resistente, à prova d´água;
    • Base mais resistente;
    • Sensor de movimento para detectar a trajetória das tartarugas até o mar;
    • Sensor aéreo para detectar predadores;
    • Utilizar uma bateria solar;
    • Rodas mais resistentes para um ambiente de praia;
    • Criar um aplicativo para o controle remoto.

Conclusão

O projeto do robô tartaruga permitiu aplicar conceitos de mecânica, eletrônica, programação e modelagem 3D para construir um robô capaz de simular o monitoramento de biomas.
Durante o desenvolvimento, foram utilizados sensores, ponte H que controla os motores, comunicação via rádio entre micro:bits e softwares de modelagem para a estrutura, possibilitando a construção de um robô funcional e personalizado.
Além da parte técnica, o projeto também contribuiu muito para o desenvolvimento de habilidades importantes de engenharia, como trabalho em equipe, resolução de problemas, organização e planejamento. No decorrer do projeto, foi possível ter, de forma criativa e interativa, uma experiência educativa única de engenharia.

Comentários

1
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  1. Roberto Icizuca
    Roberto Icizuca uma hora atrás

    ficou incrível parabéns! 👏👏👏

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